Segunda-feira, 13 de Junho de 2005

Rio de silêncio

Eugenio de Andrade.JPG

'Surdo, subterrâneo rio de palavras
Me corre lento pelo corpo todo;
Amor sem margens onde a lua rompe
E nimba de luar o próprio lodo.

Correr do tempo ou só rumor do frio
Onde o amor se perde e a razão de amar
Surdo, subterrâneo, impiedoso rio,
Para onde vais, sem eu poder ficar?'

Eugénio de Andrade

(Mais palavras do poeta aqui, aqui e aqui.)
Guardado por zephira às 22:41
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2 comentários:
De Anónimo a 16 de Junho de 2005 às 17:46
Eugénio de Andrade...está tudo dito. Palavras que trazem a brisa bonita de algo...BeijoPatrícia
(http://www.osoldatuaalma.blogs.sapo.pt)
(mailto:crazyflower1703@hotmail.com)
De Anónimo a 14 de Junho de 2005 às 01:15
Gosto do teu blog. Encontam-se palavras lindas. Hoje do poeta que disse adeus "Como se houvesse uma tempestade" Ele também diz adeus no meu blog. Eu digo adeus e outras coisas, gostava que me visitasses e dissesses o que pensas das minhas palavras.manuel
(http://roteirodanossapaixao.blogspot.com/)
(mailto:guinato@netvisao.pt)

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