Quarta-feira, 28 de Setembro de 2005

Vivemos livres numa prisão

'O próprio do Homem não é viver livre em liberdade, é viver livre numa prisão.'

Charles de Montesquieu
O Espírito das Leis
Guardado por zephira às 19:22
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Sábado, 24 de Setembro de 2005

Deriva

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'Vi as águas os cabos vi as ilhas
E o longo baloiçar dos coqueirais
Vi lagunas azuis como safiras
Rápidas aves furtivos animais
Vi prodígios espantos maravilhas
Vi homens nus bailando nos areais
E ouvi o fundo som das suas falas
Que já nenhum de nós entendeu mais
Vi ferros e vi setas e vi lanças
Oiro também à flor das ondas finas
E o diverso fulgor de outros metais
Vi pérolas e conchas e corais
Desertos fontes trémulas campinas
Vi o frescor das coisas naturais
Só do Preste João não vi sinais

As ordens que levava não cumpri
E assim contando tudo quanto vi
Não sei se tudo errei ou descobri'

Sophia de Mello Breyner Andresen
Guardado por zephira às 21:43
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Quarta-feira, 21 de Setembro de 2005

Paz x Guerra

'Nada se perde com a paz, tudo se perde com a guerra.'

Pio XII
Guardado por zephira às 20:37
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Sexta-feira, 16 de Setembro de 2005

Sorriso

'O sorriso é a primeira expressão de um coração contente.'

Bocage
Guardado por zephira às 20:43
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Segunda-feira, 12 de Setembro de 2005

Deixa-te ficar na minha casa

Tenho livros e papeis espalhados pelo chão.
A poeira duma vida deve ter algum sentido:
Uma pista, um sinal de qualquer recordação,
Uma frase onde te encontre e me deixe comovido.

Guardo na palma da mão o calor dos objectos
Com as datas e locais, por que brincas, por que ris
E depois o arrepio, a memória dos afectos
Mmmmmm Que me deixa mais feliz.

Deixa-te ficar na minha casa.
Há janelas que tu não abriste.
O luar espera por ti
Quando for a maré vasa.
E ainda tens que me dizer
Porque é que nunca partiste...

Está na mesma esse jardim com vista sobre a cidade
Onde fazia de conta que escapava do presente,
Qualquer coisa que ficou que é da nossa eternidade.
Mmmmmmm Afinal, eternamente.

Filarmónica Gil
Voz Nuno Norte
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Guardado por zephira às 22:53
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Domingo, 4 de Setembro de 2005

De repente

'De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.'

Vinícius de Moraes
Guardado por zephira às 15:42
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'Cada palavra é uma semente' - S. Tamaro

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